O aborrecimento do Rei Carlos III

O aborrecimento do Rei Carlos III – Os críticos da Monarquia assinalaram com gáudio o aborrecimento do Rei quando no dia 13 de Setembro uma sexta feira ao assinar o livro de vistas ao castelo Hillsborough, na Irlanda do Norte se enervou no momento em a caneta de tinta permanente que usava para assinar começou a verter tinta na sua mão, sendo ouvido a dizer alto “I can’t bear this bloody thing… every stinking time”, ou “já não posso mais com isto… sempre a mesma porcaria”, em tradução livre para português.

“Meu Deus, odeio isto”, reclamou o monarca enquanto se levantava e entregava a caneta à mulher. “Olha, está a espalhar-se por todo o lado”, respondeu Camilla enquanto o marido limpava os dedos. Na mesma altura, Carlos III percebeu que se tinha enganado a preencher a data nos documentos oficiais: em vez de 13 de setembro, anotou o dia anterior.

Os críticos mais cínicos assinalaram também o facto de o rei mostrar tanta insatisfação no seu “primeiro dia de trabalho, aos 73 anos de idade” chamado a atenção de isso ter acontecido a uma “sexta-feira, 13”!
Críticos assinalam gaffe
O aborrecimento do rei Carlos III está ser aproveitado pelos críticos da Monarquia sobretudo no Reino Unido onde esta instituição tem garantido as vantagens possíveis de comércio internacional semeadas pelo império britânico de outrora.
No entender do professor Philip Murphy, diretor de História e Política do Instituto de Pesquisa Histórica de Londres, entre os desafios enfrentados por Charles III está o de ajudar a garantir a sobrevivência dessa entidade num momento em que a própria monarquia, mesmo como símbolo, parece cada vez mais anacrónica.
Comparação com Rainha Isabel

Em artigo na revista americana “Foreign Affairs”, ele observou que a rainha Elizabeth II mostrou habilidade em reinventar a monarquia num mundo pós-imperial. “Mas, ao fazê-lo, ela também mostrou as limitações da influência real”, escreveu o autor de “Monarquia e o fim do Império”.

É interessante assinalar ainda que o Reino Unido vive na realidade pós-Brexit, que ressuscitou feridas antigas como a independência da Escócia e do País de Gales, assim como questionamentos sobre o status da Irlanda do Norte.

 

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